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The Cure – Trilogy

Gastando o dinheiro em algo útil.

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Em mais de 3 horas de show, o Cure toca na íntegra e na ordem três discos da sua carreira por duas noites em Berlim. O Pornography (1982) e o Disintegration (1989) são impecáveis, especialmente esse último. O Bloodflowers (2002) eu não ouvi direito, mas já li por aí que não é o Cure na sua melhor fase. É curioso que esses 3 discos não contém nenhum dos megahits clássicos como Boys don’t cry, Inbetween days, Close to me, Friday I’m in love, etc. O Robert Smith alega que esses discos têm muita coisa em comum e que era muito importante apresentá-lo juntos. Eu não vi essa tal ligação mas sem dúvida o resultado final ficou muito satisfatório. E tem “Lovesong”, uma das minhas favoritas do The Cure.

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