Depois de assistir Californication, desafio qualquer um encarar David Duchovny seriamente no papel do agente Fox Mulder de Arquivo X. Nesta incrível série do canal Showtime (que aliás só tem série foda: Weeds, Dexter, etc) ele interpreta Hank Moody, um escritor divorciado que come metade das mulheres de Los Angeles (a outra metade é feia e ele dá toco). As temporadas são curtas: 12 episódios na primeira e a segunda (que ‘estréia’ no fim de setembro) serão mais 12, assim não tem caôzinho de enrolar episódio, o que estraga várias séries com potencial. O roteiro é muitíssimo bem escrito e a atuação meio canastrona meio ‘no-fundo-eu-sou-bonzinho’ de David valoriza o clima de putaria generalizada do seriado. Fode-se, bebe-se, fuma-se e cheira-se para cacete. Tudo servindo de pano de fundo enquanto Hank tenta recuperar seu mojo literário e escrever uma grande obra novamente, ao mesmo tempo em que tenta reconquistar a ex-mulher e a filha, que por mais que condenem o comportamente do putão não conseguem escapar seu charme.
Dois episódios da segunda temporada já ‘vazaram’ e minhas suspeitas de que o troço fosse desandar foram totalmente desfeitas. Eu teria que contar o final de primeira temporada para explicar tais suspeitas e não o farei para não dar spoilers aos 3 leitores desse blog. Mas fiquem com esse delicioso bônus: Madeline Zima (foto), a caçulinha de The Nanny, quem diria, virou essa coisinha fofa. No episódio piloto (ou no segundo, sei lá) ela protagoniza o que eu acho que é a melhor cena de ‘rough sex’ da história da TV. Na boa, depois de ver esse show, que se foda os ET’s de Arquivo X.
Posts Relacionados (ou não)



